Em depoimento, Gustavo Ferraz admite à PF ter buscado dinheiro a mando de Geddel

Em depoimento, Gustavo Ferraz admite à PF ter buscado dinheiro a mando de Geddel

Em depoimento… Preso na sexta-feira (8) junto com o ex-ministro Geddel Vieira Lima, o ex-diretor-geral da Defesa Civil de Salvador (Codesal) e aliado de Geddel, Gustavo Ferraz, admitiu em depoimento à Polícia Federal (PF) que buscou dinheiro em espécie em São Paulo, a mando do peemedebista.

Segundo o jornal O Globo, a quantia foi entregue por um emissário do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A PF encontrou impressões digitais de Geddel e Ferraz nos R$ 51 milhões encontrados em um apartamento em Salvador e no material que envolve o dinheiro.

Os dois estão no Presídio da Papuda, em Brasília. Ferraz foi exonerado do cargo após ser preso. Ainda de acordo com a publicação, Geddel decidiu ficar calado no depoimento. Já Ferraz não teria entrado em detalhes sobre o dinheiro, mas admitiu que buscou valores em 2012, por ordem do ex-ministro.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o aliado de Geddel deu “auxílio direto e essencial” para a acomodação dos R$ 51 milhões no “bunker”, segundo o MPF.

Em depoimento

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Fonte: Bahia Notícias

O ex-ministro do governo Temer, Geddel Vieira Lima, do PMDB, voltou a chorar, num depoimento à Polícia Federal.

Geddel foi preso novamente depois que peritos encontraram digitais dele nos R$ 51 milhões apreendidos em um apartamento de Salvador.

O lugar reservado para um dos ex-ministros mais importantes do governo Temer foi na mesma cela em que ele já tinha ficado em julho. Depois de 58 dias de prisão domiciliar, Geddel Vieira Lima voltou para a Penitenciária da Papuda.

A cela fica numa área para presos com nível superior. Mais nove presos estão com o ex-ministro. A cela tem três treliches, vaso sanitário e chuveiro elétrico.

Da primeira vez que Geddel foi preso o motivo foi obstrução de justiça – o Ministério Público denunciou Geddel por suspeita de pressionar o doleiro Lúcio Funaro para que não fizesse um acordo de delação premiada. Agora, a prisão preventiva foi decretada para evitar destruição de provas.

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