Professor diz que estuprou menino de 9 anos em escola porque ‘estava triste’

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Professor confessa ter estuprado menino de 9 anos

Um professor de 28 anos foi preso por policiais militares por volta das 16h desta quinta-feira sob a suspeita de ter estuprado um menino de 9 anos dentro de uma escola municipal em Belo Horizonte. O homem confessou o ato, cometido na última sexta-feira, dizendo que o fez porque estava se sentindo “triste após o término de um relacionamento”, conforme consta no boletim de ocorrência.

A Polícia Militar de Minas Gerais informou que o professor, identificado como Washington Laurent de Jesus, foi levado para a Delegacia de Plantão Especializada em Atendimento a Mulher, Criança, Adolescente e Vítimas de Intolerâncias da capital mineira. Segundo informações da delegacia, ele já foi conduzido a uma penitenciária, tendo sido indiciado por estupro de vulnerável.

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Washington foi abordado por PMs na Praça da Estação, no Centro de BH. Ainda de acordo com a PM, diligências estavam sendo realizadas desde que a denúncia fora feira no dia 30, quando o professor levou um menino de 9 anos para o interior da Escola Municipal Vila Fazendinha, onde ele dá aula de Artes, e cometeu o abuso sexual.

Aos PMs, Washington confirmou o ato e disse que o fez por ter se sentido triste com o fim de um relacionamento. Segundo o autor, o crime ocorreu após o fim de uma aula. O professor afirmou ainda que usou drogas antes do crime.

O professor teria passado alguns dias dormindo na rua para evitar ser encontrado pela polícia. Depois, acabou indo para a casa de um conhecido, onde teria ficado hospedado até esta quinta-feira.

A criança vítima do estupro ficou internada, segundo a PM, e foi encaminhada para receber assistência social.

Profissional é demitido: ‘Tolerância zero’

Por meio de nota, a Secretaria Municipal de Educação informou que nessa situação “a tolerância é zero”.

“O caso é considerado como gravidade extrema e tratado com severidade pela SMED”, afirmou o comunicado, acrescentando que “todas as providências estão sendo tomadas”.

O profissional, que atuava como monitor “para um programa específico” na escola foi “demitido imediatamente”. A pasta disse ainda que a vítima e sua família estão recebendo acompanhamento da unidade de ensino.

“A criança também já está recebendo acompanhamento de órgãos especializados em defesa da criança e do adolescente vítimas de violações”, frisou.

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