Mulher mata cachorrinho enfiando objeto no ânus do animal, imagens fortes

Mulher mata cachorrinho

Mulher mata cachorrinho em sessão de tortura que leva quase 2 minutos de sofrimento

Um vídeo macabro enviado a nossa redação, é possível ver uma mulher sentada em um vaso sanitário com as duas patas traseiras de um cachorrinho com a cabeça para baixo enquanto acontece uma sessão de tortura contra o indefeso bichinho. Mulher mata cachorrinho

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O vídeo tem quase dois minutos de tortura em que o pobre animal sofre até nao suportar de tanta dor que acaba morrendo.

As sessões de tortura são tão macabras das agressões que algumas pessoas desistiram de assistir ao video pelas fortes cenas em ver o bichinho agonizando de dor.

Pelas imagens, é impossível identificar a mulher porque quem gravou o vídeo e que também é cúmplice desse crime, teve o cuidado de colocar nas agressões um mosaico para esconder sua identificação.

Onde vamos parar?

Evitamos colocar o vídeo em respeito aos nossos leitores e principalmente em respeito aos animais 

Matar cachorro – ou qualquer outro animal – é crime, sim. Não importa se o animal é doméstico, domesticado, silvestre, nativo ou exótico.

O que trata disso é o artigo 32 da Lei dos Crimes Ambientais, de 1998. A lei prevê detenção de três meses a um ano, além de multa, para quem “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar” qualquer tipo de animal. Se houver a morte do bichinho, a pena aumenta até um terço.

Quem praticar “experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos” também pode sofrer a mesma condenação. No Estado de São Paulo, a lei é mais específica ainda e proíbe o sacrifício de cães e gatos com métodos cruéis, como câmara de gás ou eletrochoque.

Alguns animais considerados exóticos podem ser abatidos para consumo – desde que sejam criados em cativeiro. Nessa lista entram, por exemplo, cavalo, javali, paca, capivara, avestruz, perdiz, tartaruga, jacaré. Mas claro: matar baratas, ratos e afins não é crime – eles são considerados pragas e não entram na classificação de animais nativos, exóticos, silvestres ou domesticados.

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