“Quero que a LBV volte logo”, pede criança atendida na capital baiana

Mesmo com a suspensão temporária de suas atividades, a LBV segue auxiliando as
famílias de baixa renda do Estado, amenizando os impactos do novo coronavírus.

A Legião da Boa Vontade (LBV) intensifica seu trabalho solidário diante dos atuais desafios enfrentados por milhares de famílias brasileiras devido à pandemia do novo coronavírus.

Por meio da sua campanha emergencial SOS Calamidades, a LBV oferece a assistência necessária para que pessoas em situação de vulnerabilidade social não passem dificuldades durante o período de quarentena, entregando cestas de alimentos não perecíveis e kits de limpeza.

“Muitas mães não têm condições de levar um alimento para casa ou ter um leite, um arroz ou um macarrão para seus filhos e isso aqui [a cesta de alimentos] é uma ajuda”, afirma a mãe Mércia Marcena Conceição, atendida pela LBV por meio do programa Cidadão-Bebê.

Mércia enaltece a importância da LBV em sua vida, destacando o apoio fundamental que recebe da Entidade para que supere seus obstáculos.

“Eu usava drogas quando vim pra cá e [hoje] elas me ajudavam a esquecer. É como se eu estivesse passando por um processo de libertação, a verdade é essa. Quando vim para cá, era muito agressiva e agora faço as meninas rirem, a gente brinca. Então, isso vai tirando o foco da droga e, se não tivesse conhecido a LBV, ainda estaria usando. Agradeço a LBV e todos vocês que tão ajudando a gente, que me abraçam de coração”.

Na Bahia, centenas de famílias estão sendo beneficiadas com esta ação. As unidades da LBV no Estado estão realizando de três a cinco entregas, que vão desde materiais de higiene a cesta de alimentos.

LBV

“Quero que a LBV volte logo”, pede Fabrício, de 13 anos, atendido da LBV na capital baiana, ao receber o aviso de que precisará ficar mais uns dias em casa por conta da COVID-19.

Os irmãos Marcos Vinicius e João Vitor também estão ansiosos para voltar às atividades da LBV na Ribeira, conforme relata a mãe, dona Roseane de Jesus Lima Santos:

“[Eles] estão ansiosos porque gostam de ficar na LBV. Sou dona de casa, meu marido é pedreiro e temos essa rotina dos meninos virem para cá pela manhã, depois vão para a escola. E vocês ajudam bastante porque diminui a alimentação dentro de casa, já que os meninos almoçam aqui”.

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