Rapaz que matou PM confessa que tinha um caso com o policial

Rapaz que matou PM confessa que tinha um caso com o policial

Rapaz que matou PM confessa que tinha um caso com o policial

Ao confessar morte de PM no PA, jovem diz que mantinha relação com vítima e que incendiou casa após o crime

Jefferson Wallace Lopes Braga, 18, se apresentou acompanhado da mãe na delegacia de Mocajuba, no interior do Pará, e foi transferido para Belém.

Após se entregar à Polícia acompanhado da mãe, Jefferson Wallace Lopes Braga, 18, confessou ter matado o sargento da Polícia Militar José Nazareno Barbosa Feio, 50, após uma discussão e que incendiou a kitnet onde a vítima teve corpo carbonizado, em Ananindeua, na região metropolitana de Belém.

Em depoimento, Jefferson afirmou que mantinha um relacionamento com o policial e que incendiou a casa para não deixar vestígios do crime.

Na quarta-feira (9), o policial teve o corpo queimado em kitnet que pegou fogo na travessa We 69, no conjunto Cidade Nova 7. Testemunhas disseram que ouviram disparos de arma de fogo antes do incêndio. Os bombeiros disseram que somente o laudo pericial pode confirmar se o incêndio foi criminoso.

Rapaz que matou PM confessa que tinha um caso com o policial

PM encontrado morto em kitnet que pegou fogo em Ananindeua.

O jovem se apresentou na sexta (11) na delegacia de Mocajuba, nordeste do estado, e foi transferido para uma unidade prisional na Grande Belém.

De acordo com a Polícia, ele deve responder por latrocínio, porque levou objetos do sargento; e incêndio criminoso, destruição de cadáver e fraude processual, por tentar prejudicar as investigações ao queimar a casa.

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Jefferson se entregou na delegacia de Mocajuba e foi transferido para Belém.

Investigações

O caso é investigado pela Divisão de Homicídios. Segundo relatos de familiares, o policial trabalhava há três anos em Rio Maria e ficava no apartamento que pegou fogo quando estava na região metropolitana.

Familiares também disseram que José iria ao município de Cachoeira do Arari, onde nasceu e participaria de uma festa de aniversário. “Era uma pessoa muito querida e amada por todos, ele não merecia morrer nesse fim trágico que teve”, disse a irmã da vítima, Rosemary Feio.

O corpo do policial segue sem previsão de liberação do Instituto Médico Legal (IML), onde deve passar por exames de alta complexidade.

G1
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