Chamar policial de macaco faz parte da cultura nordestina?

Uma nota publicada pelo Partido dos Trabalhadores do município de Curaça, no norte baiano, causou espanto nas redes sociais. A sigla defende, em comunicado no Instagram datado de 19 de setembro, a servidora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) que chamou um policial militar negro de “macaco” e ainda deu um tapa no rosto.

A mulher foi presa em flagrante por agressão contra a companheira e o soldado da PM, além de injúria racial. O caso aconteceu no dia 16 de setembro, em um condomínio no bairro do Vale dos Lagos, em Salvador.

O texto assinado pelo presidente municipal Júlio Cézar Lopes é claro e direto: “Nós, do Partido dos Trabalhadores de Curaçá, reconhecemos a grandeza de suas lutas e, creditados as palavras, que foram ditas não a RACISMO, mas a cultura nordestina e Curaçaense, herdada de Lampião, de chamar policiais de Macaco”.

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