Preso padrasto suspeito de estuprar e degolar enteado de 8 anos e enterrar corpo em quintal

Preso padrasto suspeito de estuprar e degolar enteado de 8 anos e enterrar corpo em quintal

Preso padrasto suspeito de estuprar e degolar enteado de 8 anos e enterrar corpo em quintal, em Salinas das Margaridas

Foi preso no início da noite de quarta-feira (23/1), o padrasto acusado de degolar o enteado de oito anos, na localidade de Encarnação de Salinas, no município de Salinas das Margaridas.

Após as buscas, encontraram a bicicleta do menino parada na frente da casa do padrasto e o corpo da criança enterrado no quintal de um casa em uma rua atrás da casa em que o suspeito mora, na manhã de quarta-feira (23/1). Por ser o principal suspeito do crime, o padastro está preso na 24a DT de Mar Grande, em Vera Cruz.

Pessoas estão sendo ouvidas pelo titular da 19ª Delegacia Territorial de Itaparica, delegado Artur Fernando Guimarães Costa. A polícia está à procura de pistas dos autores. Até o momento não há informação oficial de autoria e motivação do crime.

O garoto morava com o pai e os avós paternos. A mãe, Adriana Nascimento, vivia com o companheiro. Na noite de terça-feira (22/1), Adriana foi à casa onde o filho vivia para informar o seu desaparecimento. A criança saiu da casa dela por volta das 16h.

Preso padrasto suspeito de estuprar e degolar enteado de 8 anos e enterrar corpo em quintal
O pai da criança, Valter de Jesus Santos, em entrevista à Itajay Júnior, na tarde de quarta, no Departamento de Polícia Técnica (DPT), em Santo Antônio de Jesus, contou que o filho saiu da casa da mãe às 16h e desapareceu. “A mãe só avisou às 19h. A gente procurou e ninguém sabia notícias do menino. Encontramos enterrado, com um corte no pescoço, dentro de um buraco raso, em uma casa na rua atrás da casa do padastro. Quando puxou, a cabeça balançou, o pescoço estava com um corte grande”, contou.

Valter Santos, que está separado há um ano da mãe do garoto, disse que os moradores ajudaram nas buscas ao filho dele, que começaram desde a noite de terça-feira até a manhã de quarta. “A população toda ajudou. Mobilizou a cidade em peso atrás dessa criança. Quase ninguém dormiu. A polícia prendeu o suspeito e se foi ele, que pague pelo que fez. Isso não se faz. Se foi vingança, ele deveria ter vindo a mim e não à minha criança, um menino dócil”, lamentou.

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