Mirela não faz falta, detona Moema sobre sua ex-vice e deputada

Mirela não faz falta

Mirela não faz falta, detona Moema Grmacho

A prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho, conversou com o site bahia.ba nesta terça-feira e afirmou não sentir nenhuma falta do pacto político com a deputada estadual Mirela Macedo, que chegou a ser sua vice. A aliança foi rompida em abril deste ano.

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A composição está ótima. Mirela não faz falta, não. Estamos bem demais”, avaliou, durante o desfile do Dois de Julho.

A petista disse ainda não temer enfrentar a parlamentar nas urnas em 2020. Mirela cogita disputar a prefeitura de Lauro. “Eu não sei se ela vai ser oponente. Mas, se for, ela não está preparada”, afirmou Moema.

Lauro de Freitas é o segundo município mais violento do Brasil

Conforme estudo, em relação aos municípios mais violentos, em 2015, com mais de 100 mil habitantes, a cidade de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), ficou com a segunda maior taxa de homicídios, que compara o número de casos ao número de habitantes.

Com uma população de aproximadamente 192 mil pessoas, na época (2015), o município baiano registrou 177 homicídios e taxa de 97,7. Menor apenas que Altamira, no Pará, que ficou em primeiro lugar no país, e aparece com taxa de homicídios e MCVI (Morte Violenta com Causa Indeterminada), de 107%.

Além disso, na lista dos 25 municípios mais violentos, apontados pela pesquisa, aparece ainda mais sete cidades da Bahia, são elas: Simões Filho, Teixeira de Freitas, Porto Seguro, Barreiras, Camaçari, Alagoinhas e Eunápolis.

Já em Simões Filho, também na RMS, teve 112 homicídios, com taxa de 84,1%, mais 8,3% de MVCI, contabilizando o total de 92,3%. Em sétimo lugar, aparece Teixeira de Freitas, no Sul do estado, teve 114 homicídios, com 72,2%, e 15,8% de MVCI, totalizando 88,1%.

O cenário retratado pelo estudo, segundo os autores da pesquisa, acabou evoluindo para a crise de segurança pública que estremeceu o país no início do ano. De acordo com o estudo, essa crise é resultado direto da incapacidade dos governos em planejar, propor e executar políticas minimamente efetivas para a área.

Em 2015, 59.080 morreram vítimas de homicídios no Brasil — o que equivale a 28,9 mortes a cada 100 mil habitantes.

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