Um país que declaração Azul e Rosa incomoda mais que abusos João de Deus

Azul e Rosa

A declaração Azul e Rosa que bombardeou o país

Após a declaração da nova ministra do governo Bolsonaro sobre o uso de trajes infantis para crianças vestirem Azul e Rosa, o país foi bombardeado com indignações por parte de todas as classes sociais, artísticas, intelectuais e etc.

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Essa é uma grande prova do desgaste moral e cultural que vive uma população brasileira com mais de 209,3 milhões de habitantes em sua cultura ética e racional.

Jornalistas, músicos, atrizes e atores, protestam contra as declarações de uma mulher, ministra Damares mas, ouvimos um silêncio ensurdecedor diante aos abusos sofridos por centenas de mulheres vitimas de um médium, psicopata que destruiu a esperança, a dignidade e violou diversas inocência em sua mais inicial adolescência.

Gente, fico vendo essa celeuma com as Declarações da Ministra Damares, e lembro que não vi nada parecido com as denúncias de abuso sexual do médium João Teixeira vulgo João de Deus…. Será que estamos perdendo a capacidade de nos indignar de verdade, ou estamos nos indignando de forma indevida ou por coisas que não tem nenhum valor?

Essa pergunta me tira o sono há cada momento que leio!

Dói saber que a capacidade intelectual humana está desgastada e devastada com series de bobagens que fazem sentido aos olhos ignorantes de uma sociedade sedenta por atirar pedras em algumas frutas verdes e que no entanto esquecem de retirar as frutas podres da sua própria geladeira.

A declaração de Damares Alves sobre meninos vestirem azul e meninas vestirem rosa foi um prato cheio para quem acha que vai resolver todos os problemas do mundo com uma postagem no Facebook, Instagram, Whatsapp e etc.

Minutos após a divulgação do vídeo da ministra, a internet foi tomada por fotos de mulheres usando azul e homens usando rosa (ui)

Azul e Rosa

Quem é mulher, negro ou LGBT, sabe o quanto as chamadas ‘pautas identitárias’ são literalmente questão de vida ou morte. Mas, infelizmente, muitas vezes acabam caindo na lacração pela lacração.

Por Leo Barros

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