Avó obriga netas a ter relações ‘até doer’ em culto ao Diabo e castigo é infernal

Avó obriga netas a ter relações

Avó obriga netas a ter relações em culto diabólico

Uma avó de 49 anos foi presa em Goiás, após uma trama familiar, literalmente, infernal. Ela obrigava as quatro netas, que tem idade entre três e treze anos, a se relacionar com um homem de 42 anos, líder de uma seita dedicada ao demônio. Avó obriga netas a ter relações em culto.

As relações com as menores de idade apenas paravam, quando as meninas sentiam dor. Tudo mesclado ao ritual de magia negra.

A avó e o homem, que não tiveram os nomes identificados tiveram um castigo para lá de infernal. Ambos estão presos e podem passar décadas no xilindró. A prisão aconteceu durante uma ação conjunta das polícias civil e militar, batizada de ‘Anjos da Guarda’.

Mesmo sendo muito novas, as vítimas desses bárbaro crime foram induzidas pela própria a avó a apenas identificarem o líder da seita como o autor da prática criminosa. No entanto, nos depoimentos delas, ficou claro a participação da vovô diabólica.

A defesa dos acusados nega que o homem e a avó tenham iniciado as relações íntimas da crianças, mas confirma que a prática ocorria por meio de terceiros.

Advogado dos suspeitos, Leonardo Couto Vilela informou, em nota enviado ao portal de notícias G1, que os crimes ocorreram, mas não pelos clientes. Ele declarou ainda que, se o resultado da audiência de custódia dos indiciados não for favorável, vai reiterar o pedido de soltura de ambos no Tribunal de Justiça de Goiás.

Na região, o casal preso revoltou muitos moradores, que nem imaginavam o que acontecia na casa onde as crianças moravam. Na página do G1, centenas de pessoas pedem justiça em torno desse gravíssimo crime.

Crime

Para a caracterização do crime de estupro de vulnerável previsto no art. 217-A, caput, do Código Penal, basta que o agente tenha conjunção carnal ou pratique qualquer ato libidinoso com pessoa menor de 14 anos; o consentimento da vítima, sua eventual experiência sexual anterior ou a existência de relacionamento amoroso entre o agente e a vítima não afastam a ocorrência do crime. Inicialmente, registre-se que a interpretação jurisprudencial acerca do art. 224, a, do CP.

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